Pois é, nesta terra trabalha-se sete dias por semana. Qual descanso, qual quê! Onde é que acham que nascem as oportunidades? Trabalhando, pois está claro. No duro, a receber salários mínimos forretas e a depender das gorjetas para equilibrar o orçamento. Sendo que mais valia incluírem logo este extra na conta, porque a malta não é de cá e não adivinha. E além disso tem o hábito enraizado de deixar uma contribuição apenas quando se sente mesmo, mesmo, mesmo satisfeita. Assim como põem o imposto sobre o valor inicial, bem que podiam dizer logo quanto devemos dar à senhora que trouxe a caneca de chá preto (é melhor começar a adaptar-me a alternativas ao belo do café, que sucks!, e mesmo do cappuccino, que me dá cabo da barriga...) para que ela possa sobreviver ao fim do mês (isto, claro, se não tiver nenhum problema de saúde, e nem precisa de ser muito grande, mas isso é tema para uma crónica só). Até porque eu nunca fui boa a matemática e sei lá de repente o que são 15 ou 20 por cento...
PS - Nem tudo é mau em trabalhar toda a semana. Está tudo aberto ao domingo, cafés, livrarias, supermercados... O que é óptimo para quem anda por cá só a ver as vistas mas pode voltar para a bela da Europa e descansar ao domingo.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário