terça-feira, 25 de novembro de 2008

Campeche

Campeche é uma terrinha hospitaleira, a única muralhada do México, porque era muito atacada por piratas. Tem uma praca central de arcadas com um coreto no meio, casas pintadas de várias cores, um malecón onde se faz jogging logo pela manha enquanto os pescadores em velhas canoas de madeira passam no Golfo do México. Os estudantes, pequenos e graudos, andam de farda, com meias de laa, porque é Inverno (quem me dera um Inverno destes). Os estabelecimentos comerciais tem colunas de som a dar para as ruas e sempre se ouve música.
Mal cheguei, um calor do caracas, cheia de picadas de mosquitos, so queria um mergulho no mar. Apanhei um autocarro para a Playa Bonita, que fica a uns 8 km mas a quase uma hora de caminho porque para em tudo o que e sitio. Musica a bombar, motorista a tamborilar com os dedos no volante, conducao alucinante, entradas de passageiros em movimento, 'da ca as moedas depressa', indicacao dos destinos inscrita a spray branco no vidro da frente... La cheguei. Areia dura que nem pedra, mar um pouco revolto e cheio de algas (ja me tinham dito que nao era praia turquesa de postal, ao contrario do que o nome indica). Mas soube bem, pues, é o que ha. E ainda apanhei as minhas conchas para juntar a coleccao de chakras no computador do jornal.

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