
A primeira vez que estive em Nova Iorque foi de passagem, na mesma viagem do gamanço no 11º ano. A segunda foi na Páscoa de 2001, pouco tempo antes do 11 de Setembro. Vi, durante duas semanas, as Torres Gémeas todos os dias, de todos os ângulos e feitios. E confesso que agora, à terceira, me pareceu estranho elas não estarem lá, apesar de já saber que não estariam.
Apanhei o metro para Downtown-Manhattan e, olhando para cima, para cada um dos muitos arranha-céus que para ali estão, não consegui identificar logo onde é que elas estavam antes de tudo acontecer. Aliás, o buraco que lá ficou parece demasiado pequeno (não tinha sequer noção de como eram os edificios à volta, porque só devo ter olhado para as duas Torres).
Confesso que esperava ver pedaços de fuselagem. Nada, limpinho. Homens-formiguinha lá em baixo a trabalhar, gruas por todo o lado. Reconstruction in progress. Há uma ponte pedonal, um best spot for a picture, um museu-memorial onde se paga dez dólares para entrar, t-shirts (We Remember, juntamente com um Calvin de sobrolho franzido à 'New York Attitude' e com o bonequinho Be Wild), bonés Ground Zero para a bunch of terror vampires que desfila por ali (incluindo eu, pois...).

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