quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Palenque - welcome to the jungle

Uau, a selva! Tropical, folhas enormes, como se as víssemos à lupa. Monos (esse magnífico nome para os macacos - hey, yo soy un mono, y tu quien es, lembram-se?) que nao se mostram mas fazem-se ouvir - uma guinchadeira à noite... Dormi numa cabana no meio da selva, aos pés das ruínas maias de Palenque (selva, verde, cascatas) e quase cheguei a acordar o basco que dormia na cama ao lado (cheguei tarde como o caraÇas, nao se pode confiar nos autocarros, a minha reserva tinha ido ao ar e houve que improvisar) porque me pareciam ursos ou qualquer outra fera do género tal era gutural o som.
A estadia no Jungle Palace (:-) foi divertida. Só há cabanas espalhadas pela selva, luz mínima, pontes e um restaurante animado, com músicos. Jantei com o basco - Jon, de Vitoria, 23 anos, independentista dos pés à cabeÇa, nao se identifica nem um pouco com os espanhóis, só nao poe bombas, leva dois meses de viagem e um por fazer ainda, rica vida -, Ed - um inglês de Newcastale com um sotaque imperceptível e com muito pouco do corpo por tatuar, cabeÇa rapada e barbicha comprida, a fazer lembrar o Edward Norton no American History X, mas, vá lá, fiquei mais sossegada quando disse que gostava do Obama -, Mina - uma israelitaa vegan que nao sei o que caralho veio fazer ao México para andar a comer pizzas margaritas sem queijo! - e Sarah e Julian, duas americanas pró-Obama.

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